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Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Diário de Uma Princesa Improvável, Meg Cabot

diario_de_uma_princesa_improva_1469199647598722sk1469199647bOlivia Grace Clarisse Mignonette Harrison é completamente normal. A única coisa que não é normal nela é seu nome (muito comprido e meio principesco), sua habilidade para desenhar animais (algo muito útil para sua futura carreira como ilustradora da vida selvagem) e o fato de ser quase órfã, pois não conhece o pai e depois que a mãe faleceu se vê forçada a viver com a tia e o tio (que quase a tratam como se ela fosse da família). Até que num dia que tinha tudo para ser como os outros — totalmente normal — as coisas parecem sair do controle: a menina mais popular da escola ameaça bater em Olivia, o diretor ameaça lhe tirar um ponto e… uma limusine com a princesa da Genovia, Mia Thermopolis, surge do nada. A menina na verdade é uma princesa, meia-irmã de Mia, e finalmente poderá conhecer o pai, a avó, a Genovia, para então perceber que todos somos mais especiais que pensamos.

… Sim!! Meg Cabot! Estava com saudades de ler sobre Mia, então esse spin-off veio a calhar em ótima hora! A história de mais ou menos como Olivia se torna meia irmã da Mia está na sinopse acima, mas quem acompanhava a série original já conhecia a protagonista do spin-off.

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Infantil, Infanto Juvenil, Livros

Resenha: George, Alex Gino

George é o tipo de livro que me motiva a ter um blog sobre livros. Acho que isso já resume bem o que eu achei. É o primeiro livro com um protagonista transgênero direcionado para o público infantil/infantojuvenil feito no Brasil. É um livro para crianças, importante notar, então antes de começar a leitura a gente precisa lembrar como era ser criança.

George, Alex GinoSeja quem você é. Quando as pessoas olham para George, acham que veem um menino. Mas ela sabe que não é um menino. Sabe que é menina. George acha que terá que guardar esse segredo para sempre: ser uma menina presa em um corpo de menino. Até que sua professora anuncia que a turma irá encenar “A teia de Charlotte”, e George quer muito ser Charlotte, a aranha e protagonista da peça. Mas a professora diz que ela nem pode tentar o papel porque… é um menino. Com a ajuda de Kelly, sua melhor amiga, George elabora um plano. E depois que executá-lo todos saberão que ela pode ser Charlotte — e entenderão quem ela é de verdade também.

Peguei esse livro com a Galera Junior por pura curiosidade de como a história se desenvolve. Não faço parte da comunidade LGBT, mas isso não me impede de simpatizar com a causa e ficar feliz de ver um livro com a temática voltado para crianças. Como alguém que vê de fora, fiquei bem feliz com o resultado desse livro.

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Ficção, Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Feios, Scott Westerfeld

FEIOS_1412280185BSabem aquele ditado, antes tarde do que nunca? Então, eu sobre Feios.

Tally está prestes a completar 16 anos, e ela mal pode esperar. Não por sua carteira de motorista – mas para se tornar bonita. No mundo de Tally, seu aniversário de 16 anos traz uma operação que torna você de uma horripilante pessoa feia para uma maravilhosa pessoa linda e te leva para um paraíso de alta tecnologia onde seu único trabalho é se divertir muito. Em apenas algumas semanas Tally estará lá.

Mas a nova amiga de Tally, Shay, não tem certeza se ela quer ser bonita. Ela prefere arriscar sua vida do lado de fora. Quando ela foge, Tally aprende sobre um lado totalmente novo do mundo dos bonitos – que não é tão bonito assim. As autoridades oferecem a Tally sua pior escolha: encontrar sua amiga e a entregar, ou nunca se transformar em uma pessoa bonita. A escolha de Tally faz sua vida mudar pra sempre.

Apesar de ser um livro conhecido e todo mundo que eu conheço já ter lido ou ouvido falar, eu mesma não sabia muito da história além da sinopse, então comecei a ler. No começo, não gostei muito. Demorou alguns capítulos para eu verdadeiramente entrar na história. Também não gostei muito da Tally. Ela era muito ingênua, de mente fechada e julgadora.

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Fantasia, Harry Potter, Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Harry Potter and The Cursed Child, JK Rowling

Faz alguns dias que eu estou com esse post aberto só pensando em como resenhar essa história. Quem viu minha Tag dos 50% percebeu que eu estava ansiosa pra esse lançamento e teve como imaginar como Harry Potter foi importante na minha vida. Eu não estava doida por um livro que fosse uma continuação, mas também não fui contra. Evitei spoilers até onde deu (e super deu!) e pude aproveitar uma leitura gostosa – e pra evitar atrapalhar a leitura ou experiência de algum sortudo que vá assistir à peça, essa resenha foi aprovada pelo #KeepTheSecrets.

9781338099133_1469728936601538SK1469728936BSempre foi difícil ser Harry Potter e não é muito fácil agora, já que ele é um funcionário cheio de trabalho no Ministério da Magia, um marido e pai de três crianças na idade escolar. Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar onde pertence, seu filho mais novo, Alvo, precisa lidar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. Enquanto passado e presente começam uma sinistra fusão, pai e filho aprendem uma verdade desconfortável, pois a escuridão vem de lugares inesperados.
Fonte: Skoob

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada é como aquele encontro de 10 anos de formatura que você faz com os amigos. Apesar de ser um formato bem diferente, não tenho como explicar o quentinho no coração que veio ao ler uma cena com Harry, Ron e Hermione juntos – ainda que a história seja a de 19 anos depois que vimos em Relíquias da Morte. O livro retoma a história onde o último parou e agora temos mais do que algumas páginas sobre a vida adulta dos protagonistas.

Por ser em formato de peça, a leitura é super rápida. A maioria dos diálogos é ótima e te envolve, mas é preciso usar um pouco da imaginação que os outros livros da série te deram para entender o que está acontecendo. Esse roteiro foi escrito pela J.K. Rowling, junto com John Tiffany e Jack Thorne, então tem o dedinho de gente de fora.

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Infanto Juvenil, Livros, Romance

Resenha: A geografia de nós dois, Jennifer E. Smith

Se você está em busca de um romance cheio de fofura, a Jennifer é a sua autora. Em A geografia de nós dois, ela escreve sobre várias formas de amor. Amor à primeira vista, amor jovem, amor de família e também sobre a saudade e o amor implícito nesse sentimento.

A_GEOGRAFIA_DE_NOS_DOISLucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo… E é a meio caminho que ambos se encontram – presos em um elevador, entre dois pisos de um prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir… Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências, filosofia e verdade.
Fonte: Skoob

Meu primeiro contato com a escrita da Jennifer foi em A probabilidade estatística do amor à primeira vista, que tem esse título gracinha e uma capa mais fofa ainda. Peguei A geografia de nós dois já imaginando um pouco do que encontraria e não errei. Isso foi bom por um lado, mas decepcionante por outro.

Lucy e Owen se conhecem quando ficam presos no elevador durante um blecaute que atinge toda Nova York. Os dois estavam sozinhos no dia então decidem ir juntos em busca de lanternas e também algumas compras básicas, como água e pilhas. Essa parceria acaba evoluindo para algum tipo de sentimento entre eles, mas nada que seja definido como paixão.

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Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Outro Conto Sombrio dos Grimm, Adam Gidwitz

Contos de fada dificilmente decepcionam. Sou a louca viciada nessas histórias infantis e adoro como elas vivem rendendo releituras, adaptações e como são inspiração pra tanta gente. Outro Conto Sombrio dos Grimm é uma dessas incríveis releituras.

OUTRO_CONTO_SOMBRIO_DOS_GRIMM_1458860647573943SK1458860647BDepois de revisitar a história de João e Maria, mostrando o conto original dos irmãos Grimm, o autor mais uma vez usa a escrita original dos autores para mostrar a verdadeira aventura de João e o Pé de Feijão. Juntem-se a este conto de fadas pra lá de diferente e acompanhem João e Jill pelas histórias dos Irmãos Grimm, de Hans Christian Andersen e de outras figurinhas do universo do faz de conta. E se preparem para descobrir paisagens incríveis, que podem ou não! ser assustadoras, sangrentas, aterrorizantes e cheias de surpresas.

Fonte: Skoob

Adam Gidwitz resgatou a origem mais sangrenta dos contos de fadas nesse livro. Com três personagens principais e um narrador que vive conversando com o leitor, passamos por vários contos – não vou citar nomes porque não conheço todos – que estão conectados, criando uma grande história. Um dos personagens é João, aquele do pé de feijão. A outra, a Princesa Jill. O terceiro, um Sapo falante.

O fantástico dos contos de fadas está presente em todos os capítulos, que representam os diferentes contos que inspiraram o autor. Temos duendes, gigantes, feijões mágicos, animais que falam, sereias, espelhos mágicos, etc. A linguagem é bem gostosa e as conversas que o narrador tem com o leitor quebram a quarta parede, sendo assim, não somos leitores acompanhando a história, é mais como se alguém estivesse nos contando a história – o que faz todo o sentido com os contos de fadas, que antes de aparecerem nos livros eram contados e hoje geralmente são lidos para as crianças.

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Infanto Juvenil, Livros

Resenha: A Queda dos Anjos, Susan Ee

A_QUEDA_DOS_ANJOS_1452632377547455SK1452632377BOlá! Já faz um tempinho que não venho aqui, mas tem um motivo bem plausível. Estava com tendinite no antebraço e, por orientações médicas, precisava diminuir ao máximo o tempo no computador, porque digitar e clicar com o mouse utilizavam justamente o tendão que estava lesionado. Então fiquei quietinha só lendo os livros ótimos que recebemos dos parceiros para depois poder dar minha opinião sobre todos.

Vamos começar então com A Queda dos Anjos, o primeiro volume da trilogia “Fim dos Dias” da autora Susan Ee. Não conhecia a autora, nem havia ouvido falar da série que já fora publicada em inglês, mas a temática de anjos chamou minha atenção e também algumas opiniões que li.

Quando o mundo que conhecemos está prestes a ser arrasado, é preciso apostar tudo na redenção

Os anjos do apocalipse chegaram e vieram para aterrorizar a humanidade e acabar com o mundo moderno. Gangues de rua tomam conta do dia, enquanto o medo e a superstição dominam a noite. Quando anjos guerreiros sequestram uma menininha indefesa, sua irmã mais velha, Penryn, fará o que for preciso para salvá-la. Até mesmo um acordo com um anjo inimigo. Raffe é um guerreiro caído, que perdeu as asas. Depois de eras lutando suas próprias batalhas, ele é resgatado de uma situação desesperadora pela jovem Penryn, que concorda em ajudá-lo desde que ele mostre a ela como encontrar sua irmã. Viajando por um mundo sombrio e perigoso, eles podem contar apenas um com o outro para sobreviver. Juntos, vão em direção à fortaleza dos anjos em San Francisco, onde Penryn arriscará tudo para resgatar sua irmã, e Raffe se colocará à mercê de seus piores inimigos pela chance de voltar a ser inteiro. (Fonte: Skoob)

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Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Nunca Jamais, Colleen Hoover

NUNCA_JAMAIS_1452787062546615SK1452787062BA leitura do mês passado foi Nunca Jamais, da editora parceira Galera Record. Fui automaticamente atraída pela sinopse, mas, de novo, fiquei com o pé atrás por ser uma trilogia. Esse é o primeiro livro da série que terá o lançamento acompanhado pela Galera e o veredito é: recomendo!

Charlie Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas, agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram… Toda recordação desapareceu. E nenhum dos dois tem ideia do que aconteceu e em quem podem confiar.

Charlie e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Mas, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo pelo qual se juntaram no passado.

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Distopia, Infanto Juvenil, Livros

Resenha: Convergente, Veronica Roth

ConvergenteVamos comentar o desfecho de Divergente? Convergente é o terceiro livro da história e, apesar de não ter me agradado tanto quanto os outros dois, nos tira dúvidas e nos dá explicações para a história. É o que finaliza e dá consistência para a trama. Definitivamente um fim digno para a trilogia! Contém comentários dos livros anteriores!

A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. O livro, que chega ao Brasil no momento em que Divergente estreia nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times.

Convergente retoma a história de onde Insurgente parou. O vídeo de Edith Prior foi assistido e todos agora sabem que existe algo do outro lado da cerca. Também começam a compreender o que são os Divergentes. Tris, Tobias e alguns outros têm uma nova missão: ir ao outro lado descobrir mais sobre a verdadeira história de onde moram. Enquanto isso, dentro da cidade, Evelyn continua o sistema de governo ditatorial que criou com os sem-facção.

Pela primeira vez o livro não é narrado apenas por Tris. Tobias divide a narração do livro e isso aumenta o seu papel na história e, apesar de eu não gostar muito da variação e achar que ela é uma dica para o que acontece no fim do livro, é uma mudança que enriquece a história pelo aumento dos detalhes. Ao encontrarem o lado de fora, várias surpresas começam a aparecer. Veronica Roth explicou toda a sua ideia e todo o mundo distópico de Divergente nesse livro e é isso que me faz gostar mais dele do que dos outros mesmo que a história não tenha me prendido como a dos primeiros livros.

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Infanto Juvenil, Livros, Young Adult

Resenha: Apenas Um Dia, Gayle Forman

Apenas um diaComo é que se começa a resenha desse livro? Apenas Um Dia me fez ter vários sentimentos ao mesmo tempo: amei, fiquei com inveja, me irritei, larguei por uns dias, amei de volta e fiquei sem saber o que pensar. É… Gayle Forman me deu um turbilhão de sentimentos com essa história.

A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida.
Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro… Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.
Fonte: Skoob

Apenas Um Dia é narrado por Allyson, típica garota americana certinha que está terminando o ensino médio e ganha uma viagem para a Europa antes de ir para a faculdade. No fim da viagem, por acaso conhece Willem numa apresentação de uma peça de Shakespeare. No dia seguinte, o encontra, novamente ao acaso, e faz o que muitas pessoas tem vontade: escapa para um mundo novo onde não precisa ser a mesma pessoa de sempre, mas pode se renovar. Assim, ela vira Lulu, apelido dado por Willem e que representa seu alter ego livre. E, para deixar essa aventura ainda mais irresistível, Willem e Lulu vão conhecer Paris em um dia.

Willem é tudo o que Lulu procurava. Ouso até dizer precisava. Um espírito livre que apresenta um modo diferente de viver enquanto conhecem Paris. Ele não ignora os tradicionais pontos turísticos, mas não deixa de lado o restante da cidade-luz, pegando metrôs sem destino definido. Durante esse dia, Allyson acaba se apaixonando por Willem e suas definições de amor. Mas esse dia uma hora acaba e nós ainda temos mais da metade do livro pela frente.

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