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Mulher-Maravilha: vale a ida ao cinema?

Chegou o filme da Mulher-Maravilha. Eu, que adoro um filme de super-herói, estava bem animada com esse por dois motivos: uma personagem nova (não aguento mais ver novas versões dos mesmos heróis) e uma protagonista mulher! Apesar de gostar bastante, meu envolvimento com esse tipo de produção é relativamente recente, então isso foi uma (ótima) novidade.

Mesmo animada,  estava também com um certo receio já que os dois filmes da DC que assisti ano passado deixaram a desejar no roteiro. Parece que alguém, finalmente, acertou o ponto por lá. Eu, que conheço pouco da história da Mulher-Maravilha (não sei muito sobre a Liga da Justiça também) gostei muito, apesar de já querer assistir de novo para entender melhor alguns pontos (sessão da meia-noite com sono não foi minha melhor ideia), mas o mais legal foi ver amigos que são super fãs super felizes com o resultado do filme. Se vale ir ao cinema? Vale sim.

  • Vamos começar com o girl power maravilhoso que é esse filme. Nós começamos a história na ilha das amazonas e podemos ver como treinam e como se tornam super mulheres. É bem incrível.
  • Lembra quando a Mulher-Maravilha apareceu no fim de Batman Vs Superman e roubou a cena? Agora ela faz isso em um longa todinho dela.
  • A história em si é boa. Uma amazona que vem para a Terra em meio à guerra para instaurar a paz por aqui, um tanto de romance, de humor e mensagens de esperança e amor.
  • Girl Power #2: o filme foi dirigido por uma mulher.
  • Os cenários, figurinos e cenas de luta estão muito bons. A produção mandou muito bem.
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La La Land – É tudo isso mesmo?

Era julho quando descobri esse filme e comecei a contar os dias para assistir no cinema. Entre trailers e teasers, mal podia esperar para mais um filme com Emma Stone e Ryan Gosling e um novo musical com uma vibe jazz e com estilo nostálgico. Não tinha ouvido críticas negativas, mas o sucesso de La La Land no Golden Globes me pegou de surpresa: 7 indicações e 7 prêmios. Seria o filme melhor do que eu já imaginava?

La La Land é o tipo de filme que te deixa com um sorriso no rosto durante (quase) o filme todo. Que começa com um número musical animado, muitas cores. Conhecemos então Mia (Emma Stone), que sonha em ser atriz e trabalha num café num estúdio de filmagens enquanto não consegue seu grande papel, e Sebastian (Ryan Gosling), pianista que sonha em abrir o próprio clube de jazz, no estilo “clássico”.

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Filmes, Geek, Seriados

Um ano de blog + expectativas 2017

Nem parece tanto, mas cá estamos nós. Há um ano resolvemos criar o blog para compartilhar nossas aventuras literárias e comentar nossas opiniões sobre esse mundo gigante da escrita criativa.

Erramos, aprendemos, escrevemos, lemos e criamos. Em um ano, muito mudou da nossa concepção do que é ter um blog, como fazer resenhas, como escolher leituras e muito mais. É gostoso chegar nessa data e perceber que evoluímos. Com esses novos aprendizados, daremos continuidade ao Sobre Livros e Outras Coisas em 2017.

Já disse J.K. Rowling que nenhuma história vive a não ser que pessoas queiram ouvi-las e, também podemos dizer, existe público para diferentes mundos, gêneros e tamanhos por ai. Mas não só a vontade de contar e conhecer histórias move o mercado da escrita criativa. Aproveitando que nos aventuramos por muitos gêneros literários em 2016 resolvemos criar aqui no blog uma nova categoria de posts sobre escrita: dicas para blogs, textos e livros num geral. Duas vezes por mês vocês podem encontrar nossos textos por aqui. O primeiro vem na próxima semana, não perca!

E, como não poderia passar em branco, apresentamos hoje nossas maiores expectativas para 2017! Com certeza vai ter post sobre aqui no blog. É o nosso top 9 de lançamentos ou histórias que queremos conhecer. O que vocês estão ansiosos para ler ou assistir nesse ano? Deixe um comentário!

E para quem acha mais fácil manter contato nas mídias sociais, estamos no Instagram e nossos posts também estão no Facebook. Nos vemos lá!

Blog, Filmes, Geek, Livros

Adeus, 2016.

2016 chegou cheio de surpresas, especialmente para nós, que criamos o blog neste ano. Foi um ano diferente, que impôs algumas cobranças para nossas leituras, mas que também nos provou como é gostoso compartilhar ideias sobre livros.

Fechamos o ano com 53 resenhas aqui no blog. Destas, 48 foram de lançamentos.Também comentamos filmes e séries e conhecemos muitas histórias no ano que passou. Algumas acabaram não aparecendo por aqui, mas você pode conhecer nossas histórias favoritas do ano nesse TOP 9 que separamos.

TOP 9 2016
Filmes, Harry Potter

O que esperar de Animais Fantásticos e Onde Habitam

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Finalmente Animais Fantásticos e Onde Habitam chegou aos cinemas. Essa é uma ótima adição ao universo criado por Rowling, e adição é a palavra chave para entender essa nova série de filmes. Dá até pra dizer que Harry Potter está seguindo o caminho de outras histórias de sucesso duradouro, como Star Wars e Doctor Who, expandindo personagens e eras e criando uma narrativa de infinitas possibilidades.

Animais Fantásticos e Onde Habitam conta a história de Newt Scamander (Eddie Redmayne), enquanto fazia as pesquisas que resultaram no livro homônimo, lançado como um extra de Harry Potter em 2001. Se o livro é uma pequena enciclopédia sobre as criaturas fantásticas do universo mágico, o filme nos leva a Nova York, na década de 20 e conta sobre um período diferente, com personagens novos, alguns nomes conhecidos e amplia a história. Em Harry Potter tivemos Hogwarts e aventuras de adolescentes, em Animais temos adultos, romance, ainda mais conflitos políticos e a sociedade bruxa dos Estados Unidos.

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Filmes, Geek

5 motivos para você assistir Dr. Strange

O novo longa da Marvel estreou essa semana aqui no Brasil. Dr. Strange traz novos personagens e novos ares para o universo dos super heróis no cinema, que, convenhamos, anda bem movimentado – este é o terceiro lançamento da Marvel de 2016 (contamos Deadpool, mesmo ele não sendo parte, exatamente, desse universo conectado dos filmes). Se a gente for considerar os longas da DC Comics, então, dá até pra falar que tem coisa demais. Mas as produções são boas, os elencos são bons, as histórias envolventes e acompanhar o crescimento do universo fictício continua divertido, então já fomos conferir o lançamento e separamos aqui 5 motivos para você não pular esse filme.

  1. Apesar de ser mais um filme de super heróis, ele é diferente dos demais. Não tem uma identidade secreta, não tem, exatamente, super poderes, não é resultado de um experimento científico (que deu certo ou não) e não precisa de uma armadura.
  2. A trama também é diferente. Sim, temos um vilão e assistimos o nascer de um herói, mas ao invés de uma guerra, semi-deuses ou aliens, aqui temos uma imersão em outras dimensões, espiritualidade e magia.
  3. Os efeitos especiais estão muito bons. No trailer já dá para ter uma ideia e o filme todo usou muitos efeitos. Além dos efeitos de ação, os cenários criados também estão incríveis. Pessoalmente, já estou esperando, no mínimo, uma indicação ao Oscar nessa categoria.
  4. É uma história nova para o universo. Acompanhamos o nascer de alguns heróis, como Capitão América, Homem de Ferro e Thor, e como surgiram os Vingadores. Esse pessoal já está com filmes e sequências e, podemos imaginar, chegando ao fim de suas narrativas no universo. Dr. Strange vem com cara de novidade, ampliando a gama de personagens e abrindo as portas para o futuro dos filmes da Marvel.
  5. O elenco. Acho que um dos méritos da Marvel na construção dos filmes foi a escolha certeira (da maioria) dos atores. Com esse não é diferente.

Quem já foi assistir? Quem ainda vai? Não esqueçam de esperar a cena pós-créditos! 😉

Pra quem ainda não se convenceu, confere o trailer:

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Os 100 melhores filmes – Parte #1

Eu adoro uma lista e, recentemente, o Independent lá do Reino Unido fez uma com os 100 melhores filmes do século 21, completando a lista que a BBC lançou com os 100 melhores de todos os tempos. Resolvi separar aqui nesse post um TOP 5, com filmes eu já vi e estão na lista do Independent. Ficam as dicas de filmes para assistir no fim de semana!

5. WALL·E

Perdi Wall-e quando estava nos cinemas e acabou que só assisti em 2015. Mesmo sete anos após o lançamento, o filme continua atual e é cheio de reflexões sobre o que estamos fazendo com nossas vidas. Vale muito a pena, independente da idade.

4. Moulin Rouge

O primeiro que assisti dessa lista <3. Moulin Rouge é tanta coisa ao mesmo tempo que é difícil definir. É amor, é música, é drama… Um turbilhão de emoções num filme cheio de cores.

3. Divertida Mente

Mais uma animação que te faz sair do cinema pensando se o filme foi feito para crianças ou adultos – inclusive, um dos maiores méritos dos envolvidos nesse tipo de produção. Divertida Mente é sensível, humano e surpreendentemente real considerando o mundo de fantasia.

2. Boyhood: Da Infância à Juventude

O filme tem quase três horas e eu procrastinei por dias assistir por esse motivo. Parecia tempo demais, mas são três horas que você não sente passar. A narrativa é bem construída, a história te envolve e saber que o filme foi gravado ao longo de anos para que acompanhasse o crescimento do protagonista torna tudo ainda melhor.

1. Ela

Sabe aquele filme surpresa? Que você nem acha muita coisa, mas é surpreendido? Em Ela, vemos um futuro onde as máquinas estão cada vez mais evoluídas, pensantes e presentes em nossas vidas. É um filme sublime.

Bônus: Spotlight

Concorreu e levou o Oscar em 2016. Baseado em uma história real, retrata o trabalho investigativo de jornalistas (que por si só já resulta em um roteiro bacana) que desvendam casos de pedofilia na igreja. É um filme pesado e longo, mas envolvente demais – você fica tenso com as personagens e quer saber logo como tudo vai acabar. Não consegui deixar fora dessa lista.

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Sobre Esquadrão Suicida

Desde que vi o primeiro trailer, fiquei doida por esse filme. Adorei a ideia da Harley Quinn, adorei Jared Leto dando vida a mais um Joker e adorei mesmo a coisa do anti-herói. Corri para os cinema para assistir na pré-estreia e, apesar de ter gostado, fiquei com um gostinho de quero (bem) mais. Por isso separei aqui alguns motivos para amar e odiar o Suicide Squad.

AMAR

Esquadrão Suicida

  1. O filme em si mantém o tom que vimos nos trailers. A trilha sonora e montagem dos trailers estão presentes, como também a personalidade dos anti-heróis.
  2. Temos a possibilidade de desenvolver mais personagens que, num filme com heróis, apareceriam pouco e com pouca profundidade.
  3. Margot Robbie entregou uma Harley Quinn super digna nesse “revival” da personagem.
  4. Do mesmo jeito que a construção de Vingadores nos apresentou muitos personagens da Marvel, Suicide Squad é uma imersão no universo da DC e é mais um teaser para a Liga da Justiça.
  5. Apesar dos pesares, fiquei ansiosa o filme todo querendo saber o que ia acontecer, quem ia morrer ou como iam derrotar os problemas.

ODIAR

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  1. O roteiro está bagunçado. No começo, informação demais. Depois fica um pouco confuso.
  2. A história não convence porque o vilão não convence. Ele aparece de um momento “Que?” e durante o resto do filme a dúvida fica.
  3. Os anti-heróis são humanos. Eu sei que sim (quase todos) e que geralmente vilões também tem fraquezas, mas esse filme deveria focar na liberdade de não ter que se preocupar com a moralidade das personagens. Não tem como escrever certas coisas para o Batman ou Superman, mas para o Deadshot e a Harley Quinn? Pode! Faltou ousadia no roteiro.
  4. O Joker do Jared Leto apareceu mais nos trailers do que no filme em si. Podia ter sido mais explorado e melhor construído.

Como comentei, no fim das contas, gostei do que vi. Acho que o filme pecou em alguns aspectos, poderia ter uma história construída com mais cuidado e ousadia. Talvez a idade recomendada de 12 anos tenha segurado algumas loucuras como as que vimos em Deadpool (não queria comparar, juro), e com personagens como esses, a insanidade deveria estar mais presente. O que vocês acharam?

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5 motivos para assistir Florence – Quem é essa mulher?

Na quinta passada, dia 7, estreou aqui no Brasil o filme Florence – Quem é essa mulher? sem fazer muito barulho (nenhum, se comparar aos queridinhos do ano). Mas, ao acaso, acabei no cinema assistindo um show (quase literalmente) da Meryl Streep e resolvi passar aqui com alguns motivos para vocês também conhecerem esse longa. Sai do cinema rindo, não posso mais entrar em elevadores sem ter ataques de risos e quero dividir minha empolgação aqui.

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  1. É engraçado sem ser vulgar. Trocadilho besta, mas é uma comédia muito boa, com cenas hilárias e em nenhum momento apela para piadas sem graça. Na verdade, o filme não tem piadas. A personagem simplesmente é engraçada, apesar de ela pensar em si mesma como uma boa cantora. Tem horas que bate uma culpa de rir da senhorinha, mas não tem como não se reconhecer nas desafinações dela (a não ser que você saiba cantar).
  2. É bem provável que esteja em alguma categoria do próximo Oscar. Tem Meryl Streep – que está maravilhosa como Florence – é uma biografia, a maquiagem está ótima, com boa fotografia, bom roteiro e ótimos figurinos.
  3. Tem Hugh Grant e Simon Helberg e os dois também estão super bem nos papéis!
  4. O show que a Florence fez no Carnegie Hall, que é retratado no filme, ainda é um dos arquivos mais pedidos no local. Sempre bom conhecer mais da história do mundo e seus personagens.
  5. É uma comédia, mas também é um drama. Não sei de vocês, mas adoro os filmes que mixam os dois gêneros porque vejo neles uma realidade maior. Você não se acaba em lágrimas e não é aquela comédia pastelão forçada.
  6. Tem música, dança, anos 40, soldados e muito mais. Pra mim, um filme completo, ótimo para um dia a toa com uma história boa. É uma produção que agrada muito e foge dos grandes sucessos e produções cheias de efeitos especiais que dominam os cinemas.

Confira o trailer abaixo e, sério, corre pro cinema!

Filmes, Geek, Livros

Star Wars: Como o universo se expandiu

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Há algum tempo, no que poderia ser uma galáxia muito distante, Star Wars quase virou história. Possivelmente ninguém imaginava que hoje, 30 anos depois do lançamento do primeiro filme, as vitrines das livrarias estariam abarrotadas de livros que se passam no universo imaginado por George Lucas. Sim, o primeiro filme foi um sucesso, assim como os outros dois, mas tudo parecia encerrado ali. A história tinha sido contada, Darth Vader derrotado e cada um podia imaginar o que aconteceria na galáxia.

Em palavras duras, Star Wars sobreviveu por alguns caprichos de seu criador: o Rancho Skywalker e a Lucasfilm. George Lucas criou esse império, um local gigantesco para sua empresa, mas ele não queria mais criar filmes sobre Star Wars e seus filmes experimentais não teriam lucro suficiente para sustentar a estrutura. Nesse período, foram feitos alguns filmes para a televisão e continuavam sendo publicados quadrinhos, mas depois 1985, Star Wars começou a perder a força.

Foi quando, em 1988, o universo começou a se expandir para os livros. O primeiro, Herdeiro do Império, foi publicado apenas em 1991, mas em dois meses tornou-se um best-seller do New York Times e mostrou como o universo podia ser explorado em outro formato. Se você se espanta com o número que parece infinito de livros sobre a saga, não está errado: só em 1997, 22 novos livros de Star Wars chegaram às lojas. Na verdade, entre 1991 e 2013, pelo menos dez romances sobre a saga foram lançados por ano. Hoje, temos cerca de 260 romances, dezenas de contos e mais de mil quadrinhos publicados, escritos por mais de 120 escritores.

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